Caixa de texto: MOVIMENTO OÁSIS

VIVÊNCIAS

ACAMPAMENTO OÁSIS 2018

19 a 24 de agosto

Durante seis dias, cerca de 25 jovens desafiaram-se e puseram-se a caminho em Tendais, Cinfães.

Fui uma dessas pessoas. Tive essa sorte, já que foi uma semana enriquecedora no nosso caminho de fé.

Ao longo desses dias houve muita diversão e convívio nos jogos de grupo, mas também reflexão e momentos mais serenos de encontro, como as várias orações, vigílias e o dia do silêncio. Este dia proporcionou-me tantos momentos de dúvida como de tranquilidade. Foram cinco horas em contacto com a natureza e com Deus.

Fizemos também uma caminhada até ao monte de São Pedro, para a qual foi necessária muita determinação, para não nos deixarmos vencer pelo cansaço. Mas a compreensão e a entreajuda, que foram visíveis dentro de cada grupo, fizeram-nos chegar à capela no cimo do monte. É como se costuma dizer: «Sozinho vais mais rápido, mas juntos vamos mais longe». Por isso, posso dizer que foi nesta jornada que começámos a confiar e a conhecer melhor pessoas que até então eram desconhecidas.

Já no penúltimo dia tivemos uma experiência muito emotiva: a visita ao lar de idosos. Aí demos e recebemos amor; um amor genuíno, daqueles que não se encontram facilmente.

Nesta semana, no acampamento Gaudete, servimos por amor, divertimo-nos, tocámos pessoas e fomos tocados. Foi uma rampa de lançamento para amarmos e sermos felizes, para a missão que Deus nos confiou.

Carolina Costa (17 anos)

 

DAR UMA AJUDA NA COZINHA

O convite surgiu da Ana Maria e da Linda: dar uma ajuda na cozinha, num retiro de adultos que estaria a decorrer durante uma semana. Como nunca tinha feito a experiência de estar a tempo inteiro na cozinha, decidi aceitar. De facto, o “serviço por amor” pode demonstrar-se de várias maneiras e esta foi uma nova e muito gratificante forma de pôr em prática o compromisso que fiz com o Movimento há uns meses.

A cozinha é um local que muitas vezes passa despercebido. Às vezes, nem temos a noção do trabalho que dá preparar as refeições para um retiro. No entanto, passar um dia a ajudar na cozinha é uma grande aprendizagem. Entre tachos e panelas, há sempre tempo para conversar e para aprender. E enquanto estava a ajudar a servir as refeições, o olhar e as palavras de agradecimento das pessoas que estavam a fazer o retiro encheram o meu coração e fizeram-me ver que tudo valeu a pena.

É, sem dúvida, uma experiência que espero voltar a repetir em breve.

Jéssica Barros

.:2018/2019:. Olhar o mundo com o olhar de Jesus: do deserto ao oásis