
Tornar visível a esperança.
A nossa esperança deve ser bem fundada e tornada visível: «conhecida de todos os homens» (cf. Fl 4, 5) que nos encontram, em todo o lado.

Apaixonar-se por Jesus.
Insisti no desejo, na ansiedade de apaixonar-vos por Jesus; de enamorar-vos por Ele; de entusiasmar-vos com Ele; de correrdes atrás d’Ele, onde quer que Ele vá. Olhos fixos no Senhor, sem nunca os afastar d’Ele. Felizes por poderdes contemplá-lo já aqui; encher-se d’Ele. Quem vos vê perceba que vós estais n’Ele: perfeitamente, alegremente.

Oração do terço.
Rezemos o Terço com particular devoção, tendo como primeira intenção, o advento da paz no mundo.

Oração pessoal.
O cristão, de facto, embora chamado à oração comunitária, é-lhe sempre pedido que entre na sua própria casa, para orar ao Pai, em segredo; na verdade, de acordo com o ensinamento do Apóstolo, deve rezar incessantemente.

Arrepender-se.
A exigência da penitência é característica da religião, primordial e universal. Ritos de penitência encontram-se em todas as religiões. Mas, a Igreja tem uma ideia muito especial da penitência. Se, para muitas religiões, a penitência que produz a salvação é um esquecimento, um esquecimento profundo e radical, um acontecimento pelo qual alguém se torna diferente do que se era antes, um acontecimento que nos oprime e nos insere num novo ciclo...

Esperança, maravilha de Deus.
A minha esperança é o meu “esperar seguro”. Vivo na certeza profunda, absoluta, alicerçada, incondicionada de não me estar a iludir porque “sei bem em quem confiei” (II Tim. 1, 12). Ele não pode desiludir-me. Compreendo, então, porque ao esperar provocamos o “espanto de Deus”.

Entrai na alegria.
Entrar na alegria não é fácil, hoje, porque, ao olhar o mundo, tudo nos parece convidar a entrar na tristeza. O tédio e a náusea atacam-nos; o medo – sob tantos aspetos e motivos – domina-nos. A tristeza nasce e cresce espontaneamente; congela a existência. A Palavra de Deus insiste; “Entrai na alegria”.

Procurar a Deus.
A procura de Deus pode ser entendida de duas maneiras: uma, implica o próprio Senhor; a outra, implica ou pode implicar os homens.

Qual é, de facto, a meta que devemos – queremos – atingir?
Porque é que nós, cristãos, nunca estamos sozinhos? Porque, desde que nos tornamos parte da Igreja, pelo Baptismo, somos membros de Cristo. A sua vida, realmente, flui em nós: Cristo está em nós, se não o expulsarmos com o pecado. E quando Cristo está em nós, a sua alma guia os nossos pensamentos; fala pela nossa boca; ama no nosso coração.

Situar-se.
Situa-te no mundo como uma proposta que denuncia e recusa tudo o que degrada os homens, contamina e corrompe o mundo: por exemplo, o evidente desejo de conservar o reino dos interesses particulares, enquanto urgem programas do desenvolvimento integral do homem e de todos os homens.

Interessa-te: ‘Eu cuido’.
Há um sentimento que, na versão mais delicada, expressa-se com a frase: ‘não me importa’. Isto deve ser absolutamente banido do vocabulário dos jovens que projectam, desenham, ter os olhos abertos e o coração escancarado a tudo e a todos.

Nasce a Igreja.
Invoquemos a vinda do Espírito, apoiando-nos na intercessão de Maria que, certamente, está entre nós e, quem sabe, quanto queremos de imitá-la e fazê-la imitar por todos os que venham a estar em contacto connosco.

Pluralismo.
O pluralismo, a diversidade de opiniões não é um facto negativo; mas positivo. Quando dá origem a uma partilha fraterna de ideias acaba por enriquecer cada um de nós e, por isso, a todos nós.

Misericórdia.
A misericórdia de Deus não é um conceito do Novo Testamento. Nos salmos, muitas vezes, diz-se “porque é eterna a sua misericórdia”. Mas, é verdade que, no Novo Testamento, ela aparece com um fulgor que cega, no sentido de que nos torna incapazes de ver, de nos darmos conta.

Podemos realmente ser felizes?
Pode acontecer colocarmo-nos esta pergunta: é possível a felicidade? Pois bem! A resposta da sabedoria dos homens de todos os tempos, ou seja, dos filósofos, assim como a resposta de Deus que lemos no Livro Sagrado, a Bíblia, é muito clara: a nossa meta, traçada pelo próprio Deus, mestre da nossa vida, é a felicidade.

O Corpo de Cristo.
O corpo de Cristo está presente na Hóstia consagrada, para ser alimento da tua vida divina todas as vezes que o queiras receber no sacramento do altar: no sacramento da Eucaristia.


Deus nos livre da guerra.
“Ó Jesus, Rei de glória, une os teus fiéis”, dá-nos a união e a comunhão: destrói o alheamento, a frieza, o desencontro e a agressividade. Deus nos livre da guerra: o maravilhoso progresso dos dias de hoje o exige.

Na Igreja são inevitáveis algumas sombras.
Um amigo pediu-me para lhe dizer alguma coisa - breve, clara e exacta - sobre o fenómeno da secularização e sobre as nossas possíveis responsabilidades em relação a ela. Não é fácil, mas vou tentar.

O universo na nossa mão… na mão de Deus.
Os cientistas sonham servir-se deste foguetão extraordinário para tentar encontrar outros sinais de vida, dispersos pelo Cosmos. Enquanto outros têm sonhos futuristas, eu prefiro pensar no que é absolutamente verdadeiro.