Unidade entre as Igrejas.

Entre os ‘sinais dos tempos’ há um que diz respeito à possibilidade de aproximação, de união, de unidade entre as diversas Igrejas cristãs: é o clima do diálogo instaurado e amadurecido por ocasião e à luz da recente celebração conciliar.

Mas, diálogo não é só possibilidade de falar, de trocar impressões, notícias e doutrinas: é comunicação de si; é encontro espiritual; é instrumento e manifestação de ‘comunhão’.

Paulo VI, na encíclica que, com simplicidade, ofereceu à meditação dos pastores e dos fiéis que seguiam com fervor – e com que fervor!... – os trabalhos do Concílio, diz que a Igreja deve colocar-se e permanecer em estado de diálogo com todo o mundo.

 

                                                                                     (Tre minuti per te, pág. 464)

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