Carisma vocacional.

4d7ed7b3-796b-4d4b-ac19-46fba58f5883.jpg

Falando do carisma do nosso movimento, afirmo que é o de colocar os jovens na atitude de resposta afirmativa a qualquer que seja o chamamento de Deus e da Igreja, usando todos os meios (cursos, encontros individuais). O carisma é concedido, sempre, por Deus em ordem a um serviço que não diz respeito, propriamente, à pessoa que o recebe, mas à comunidade eclesial. Ao nosso Movimento Oásis, parece-me que lhe foi confiado um específico serviço a que chamamos vocacional… Não tenhamos medo de ser, por isso, redutivos; de fazer muito pouco; de não estar à altura das exigências eclesiais mais urgentes. A Igreja tem, certamente, muitos problemas mas, na minha modesta opinião, um dos mais urgentes é mesmo o problema vocacional, numa dupla perspectiva: a das “saídas” – digamos, sem medo, a palavra: traições, como a de Judas – e a da “não entrada” – a do jovem rico que, ao convite explícito de Cristo, responde “não”.

Interessarmo-nos, com toda a alma, para que os que foram verdadeiramente chamados e responderam “Sim” permaneçam fiéis à sua vocação; interessarmo-nos para que aqueles que são chamados ou vierem a ser chamados respondam “SIM” significa interessarmo-nos por um dos problemas mais graves, dramáticos e trágicos da Igreja de hoje.

(Cento parole per te, pg. 35)

Anterior
Anterior

Maria e o Oásis.

Próximo
Próximo

São José é um extraordinário modelo.